.Filmes: Zombieland

Um tema que sempre me atraiu muito, primeiro em filmes, depois jogos, e finalmente livros, foi zumbis! Apesar de toda a violência e pedaços de pessoas passeando por aí, sempre senti uma adrenalina com toda a fuga, a desolação e a possibilidade de uma Terra muito mais vazia do que é hoje. Acho que, mais do que tudo, o ser humano ser o gatilho e a causa da sua própria destruição fica ainda mais óbvio – esfregado na sua cara – do que tudo: pessoas consumindo pessoas até que nada mais sobre. Acho genial.

Então já deixo vocês de sobreaviso: zumbis aparecerão mais vezes nesse blog.

Existem vários filmes sobre zumbis por aí, desde os filmes B até as super produções, desde os terrorzões até as comédias. Sobre essas últimas eu costumo ser bem seletiva, já que comédias do estilo pastelão costumam me entediar e muitas vezes me vejo dormindo no meio do filme. Porém, contudo, entretanto, existe uma comédia sobre zumbis que vai para sempre morar no meu coração, e é Zombieland (aqui no Brasil lançado como Zumbilândia).

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Neste filme, disponível por aqui desde 2010, estrelam Jesse Eisenberg, Woodie Harrelson, Emma Stone e Abigail Breslin (toda vez que o Jesse abre a boca, imagino um papagaio azul matando zumbis, juro). Vemos quatro personagens tentando sobreviver ao apocalipse zumbi (sem nenhuma novidade). As novidades aparecem aqui:

– “Abertura” incrível

Temos, após uma curta introdução, uma abertura incrível do filme, ao som de “For Whom the Bell Tolls”, do Metallica (já define por si só um epic win). Se trata de uma sucessão de cenas em slowmotion de pessoas em situações inusitadas “lidando” com os zumbis. Podemos imaginar que sejam cenas do começo da grande bagunça. Mas vou parar por aqui porquê dizer mais sobre irá estragar o momento para que ainda não viu!

 – Personagens divertidos

Não sei se era por uma intensa imersão em um determinado jogo (Left 4 Dead e L4D2, também de zumbis), mas quando vi o poster do filme, fiquei empolgada de ver um set-up de quatro personagens. Logo já fiz a associação e já estava bem seduzida pelo filme só de ver o trailer. Então somos apresentados ao protagonista, que é um rapaz medroso, cheio de manias e envolvido demais em seu próprio mundo de regras (já me identifiquei), que mais pra frente se encontra com um homem que muito se diverte com toda a ação de matar zumbis e extravasar suas frustrações. Depois aparecem uma menina e sua irmã mais velha, que não confiam em ninguém além de si mesmas. Sempre bom ver em filmes personagens femininas fortes e independentes.

 – As regras de sobrevivência

Lembra o protagonista cheio de manias? Pois é, ele desenvolveu um “manual” com diversas regras sobre como sobreviver de forma eficiente aos zumbis, baseado em suas experiências e observações. E o filme não nos deixa esquecê-las pois, ao ser guiado pela narrativa deste personagem, apresenta lição após lição sobre a aplicação destas regras. Uma regra que sempre volta à minha mente em todo filme que assisto ou jogo que jogo é a regra nº2: Double Tap. Sempre confira se o monstro, zumbi, coisa, morreu de verdade. Sempre.

 – A boa e velha sanguinolência

Vamos falar sério agora: filme de zumbi que se preze precisa de um certo grau de sanguinolência e em Zombieland tem de sobra. Se você é uma pessoa que não lida muito bem com esse tipo de cena, não recomendo que assista! O filme representa bem a sua temática e além de dar o que a platéia pede, nos faz rir com isso.


Resumindo: fiquei angustiada e tive crises de riso com este filme, e acho que os apreciadores da temática podem se divertir assistindo-o. Deixo vocês com o trailer de Zombieland. Quem sabe vocês não são cativados também!

É isso!